A liberdade e a máscara

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“A liberdade enfaticamente não inclui a liberdade de deixar outra pessoa doente. Não inclui a liberdade de se recusar a usar máscara no supermercado, espirrar em alguém na seção de hortifrutigranjeiros e transmitir o vírus. Isso não é liberdade para a pessoa que é espirrada. Para essa pessoa, a “liberdade” da primeira pessoa significa doença potencial e até mesmo uma sentença de morte. Nenhuma sociedade pode funcionar com base nessa definição de liberdade. Liberdade significa a liberdade de não ser infectado pelo idiota que se recusa a se mascarar.” (Michael Tomasky, The New York Times)

O artigo de onde tirei o trecho acima, foi publicado hoje no NYT, abordando o aumento de casos da Covid-19 e a questão do direito de cada um de usar ou não a máscara de proteção, item importante contra a infeção do vírus. Apesar de abordar a crise americana, cai como uma luva aqui no Brasil onde o número de pessoas que acreditam que a pandemia acabou é preocupante e os gestores, políticos, militares e os palpiteiros de sempre, não são do ramo.

Enfim, vale lembrar Bernard Shaw: “liberdade significa responsabilidade. É por isso que tanta gente tem medo dela.”

Bom domingo e ótima semana, amigos.

Máscaras

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Não serei injusto, até agora, as únicas armas que dispomos para evitar o Covid-19 são o isolamento social e as máscaras de proteção respiratória, sejam elas de TNT, pano, tricoline, descartáveis, reutilizáveis, caseiras, industriais, artesanais, fashion e por aí vai. Sorte nossa! Na última grande guerra a população só dispunha de máscaras contra gases venenosos iguais ao da foto acima, grandes, pesadas, caras e difíceis de encontrar. Só fico torcendo para que nossa dificuldade em lidar com esse vírus não nos obrigue a viver com tal trambolho na cara.

Boa quarentena, amigos.